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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Re-publicando o já publicado


ÍMPAR

Sou o ímpar que restou
do par que pouco fomos,
o sorriso que sobrou
do sonho que sonhamos.
Sem ti sou sem pedaço,
sem ti me despedaço,
sou cama sem travesseiro,
sou aconchego sem braço.
Não te vivi
como me vivias,
não te percebi
como me percebias,
não te recebi
como me recebias,
e só via morte em ti
enquanto inda vivias. 
.
Tita - São Paulo, escrito e publicado em 22/01/2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ímpar


foto: Chema Madox
Sou o ímpar que restou
do par que pouco fomos,
o sorriso que sobrou
do sonho que sonhamos.
Sem ti sou sem pedaço,
sem ti me despedaço,
sou cama sem travesseiro,
sou aconchego sem braço.
Não te vivi
como me vivias,
não te percebi
como me percebias,
não te recebi
como me recebias,
e só via morte em ti
enquanto inda vivias. 

Tita - São Paulo, 22/01/2010- para Z.
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Tudo a ver
Como encontrar outra forma de te dizer que
o amor é esta coisa tão estranha,
dar o que nunca se poderá ter
e ter o que está condenado a perder-se?
Nuno Júdice